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> 4ª edição do concurso “ Água e o Mar para Mim” da Águas do Algarve
Enquadrado na temática das Tradições Marítimas, a obra “Entre marés que curam e chuvas Invisíveis: A nossa rede de pesca emocional” parte da ideia de que todos nós carregamos um mar por dentro. Às vezes ele está calmo, outras vezes está agitado. Tal como a Ria de Olhão, que nos alimenta, dá trabalho e identidade – também enfrentamos chuvas silenciosas, tristezas, ansiedades e medos que ninguém vê, mas que pesam por dentro.
A rede de pesca emocional representa tudo aquilo que nos ajuda a não nos afundarmos nesse mar interior: pessoas que nos apoiam (família, amigos, colegas, comunidade); estratégias que utilizamos (falar, pedir ajuda, ir ver o mar, desenhar, ouvir música, descansar); e, também, o reconhecimento de que não precisamos suportar tudo sozinhos.
No fundo, vivemos entre mares/rias que curam e chuvas silenciosas, e o que nos salva é a Rede: a ligação aos outros, ao mar/ria, as tradições e a nós mesmos.
Participar neste projeto, trouxe um novo propósito diário à intervenção realizada na USO, permitindo trabalhar em simultâneo as artes e as questões emocionais. A escolha do tema foi intuitiva: os barcos receberam nomes inspiradores, como Renascer, Paz da Alma, Aurora, e estão todos virados para o Farol, para o norte. Do lado oposto, os barcos, aparecem naufragados, à deriva, representando quem não tem rede de suporte e se sente excluído da sociedade.
A cerimónia de entrega de prémios realizou-se a 31 de março na Fundação Pedro Ruivo em Faro. Este momento assinalou a apresentações dos trabalhos desenvolvidos pelas várias instituições participantes, bem como o reconhecimento do seu envolvimento, criatividade e contributo para a valorização da água, do mar e da sustentabilidade.
Deixamos o registo fotográfico e a hiperligação:
https://www.youtube.com/watch?v=5vxE3RPENQg
A rede de pesca emocional representa tudo aquilo que nos ajuda a não nos afundarmos nesse mar interior: pessoas que nos apoiam (família, amigos, colegas, comunidade); estratégias que utilizamos (falar, pedir ajuda, ir ver o mar, desenhar, ouvir música, descansar); e, também, o reconhecimento de que não precisamos suportar tudo sozinhos.
No fundo, vivemos entre mares/rias que curam e chuvas silenciosas, e o que nos salva é a Rede: a ligação aos outros, ao mar/ria, as tradições e a nós mesmos.
Participar neste projeto, trouxe um novo propósito diário à intervenção realizada na USO, permitindo trabalhar em simultâneo as artes e as questões emocionais. A escolha do tema foi intuitiva: os barcos receberam nomes inspiradores, como Renascer, Paz da Alma, Aurora, e estão todos virados para o Farol, para o norte. Do lado oposto, os barcos, aparecem naufragados, à deriva, representando quem não tem rede de suporte e se sente excluído da sociedade.
A cerimónia de entrega de prémios realizou-se a 31 de março na Fundação Pedro Ruivo em Faro. Este momento assinalou a apresentações dos trabalhos desenvolvidos pelas várias instituições participantes, bem como o reconhecimento do seu envolvimento, criatividade e contributo para a valorização da água, do mar e da sustentabilidade.
Deixamos o registo fotográfico e a hiperligação:
https://www.youtube.com/watch?v=5vxE3RPENQg
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